A clínica da cartografia e da invenção
50 min
duração da sessão
Ética
sem rótulos médicos


O trabalho clínico parte da premissa de que o sofrimento não precisa ser enquadrado em categorias reducionistas. Inspirado na esquizoanálise de Deleuze e Guattari, o espaço terapêutico existe para acompanhar os movimentos do desejo e as potências de criação de cada pessoa.
Cada encontro é desenhado como um espaço de respiro, onde a palavra encontra acolhimento e o pensamento ganha fôlego para desatar nós e desenhar novos caminhos de existência.
Recusamos o diagnóstico que imobiliza para dar passagem ao que pulsa e quer inventar novos caminhos na vida.
A escuta clínica não serve para adequar você a um padrão, mas para cartografar afetos e construir autonomia.
Três movimentos da escuta
Mapear tensões
Desatar nós
Inventar rotas
Investigar juntos os territórios de afeto, os pontos de sufocamento e as repetições que impedem o respiro no dia a dia.
Suspender julgamentos teóricos e abrir espaço para compreender os engates e bloqueios que limitam a expressão singular.
Experimentar novos agenciamentos e formas de existência guiadas pelo desejo, pela autonomia e pela criação de si.
